Fotografia, Suzana Guimarães

sábado, 8 de julho de 2017


Livro caudaloso, assim como os rios, dá margens infinitas, é rio eterno, que seca nunca. Na estante, é para desfrute e aprendizado, talvez, ali, a gente entenda muita coisa das nossas vidas, e podemos então nos perdoar e livrar a nós e aos outros. Meu Deus! Vidas fluindo, profecias, ah, verdades camufladas e muitas covardias!

Amor; amor, sim! Sentas aqui bem perto de mim, deixa eu lhe dizer, tu tens o coração doente, doente.

Esqueces o mapa! Esqueces o livro do gato e do rato. Só há um caminho e tu sabes qual é. 

Ninguém mais te dará um livro para ler, já lido, nem eu.


Julho, mês lindo, 8!

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