Fotografia, Suzana Guimarães

terça-feira, 12 de dezembro de 2017


Para atualizar-me de Brasil, sob o ponto de vista musical, após ouvir repetidamente um ou dois nomes, fui ao YouTube e procurei e encontrei alguns vídeos... Oh, meu Deus, isso tudo para eu dizer que ninguém precisa de bunda para cantar. Muito menos para cantar bossa-nova. 

Não consigo assistir a um clipe inteiro.

Dezembro, 12

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017


Quase sete. Contando a minha vida em semanas. Hoje, porém, conto somente hoje, 8 de dezembro, aniversário de nascimento do meu pai. Onde você estiver - talvez, aqui, perto de mim -, saiba que eu tenho muita saudade. 

Dezembro, 8

domingo, 3 de dezembro de 2017


A doença é coisa dos Homens. É consequência normal por estarmos vivos. A única "doença" que podemos criar é o suicídio direto ou indireto.

Dezembro, 3

Dizem que doença é fruto de nossos pensamentos, do nosso bem ou mal querer. Dizem que se tivermos somente muito amor no coração seremos saudáveis, sadios. Isso me faz rir. É tolice demais. Dizem muito, mas não explicam as doenças nas crianças, nos bebês. A alma e a mente funcionam, claro, na cura. 

Às vezes, eu reclamo. Isso é bom, muito bom para a saúde.

Dezembro, 2


quarta-feira, 29 de novembro de 2017

domingo, 22 de outubro de 2017


Não é a primeira vez, não sei se será a última. Um tempo sem agenda, telefone, vida social, maquininhas, carro, listas, gasolina, contas, compromissos, hora; um tempo onde outras luzes piscarão. 

Com certeza, um tempo comigo mesma, Deus e a vida.

Outubro, 22

sexta-feira, 20 de outubro de 2017


Obrigada, Deus, por todas as minhas vivências de 2017.
Eu O louvarei na grande congregação.

19 de outubro de 2017


Toda uma vida em um segundo. Um rasgão na alma, no esconderijo da dor, três ou mais amigos, o dia morrendo... a noite, quase. Um bebê, ao longe, chorou. Eu renasci. Meu voo é lindo! O bebê mais lindo ainda... Nos céus, há harmonia; o mundo está melhor. Amém. Louvado seja o senhor de todas as criaturas...

19 de outubro de 2017

terça-feira, 17 de outubro de 2017


Eu protejo o que me dói. Porque é meu, e em mim o bem e o mal andam pela mesma estrada; a morte é extensão da vida, o próximo instante, sem circo, sem picadeiro, corre solta assim como a vida, nada demais! Morrer é dar o próximo passo. Tão absurdamente natural e ainda assusta e faz medo. Em mim, assusta a vida, o futuro mais incerto ainda de quem ficou e vive.

Eu protejo também o meu amor, cada um deles e o meu próprio. Amo-me! Sou o resultado de muitas forças que se moveram por mim. Faço honra a isso!

Renego todos os conceitos pois nunca me alegraram. Prefiro a singeleza da distração, nela finjo a vida, a morte, a dor e o amor. 

Outubro, 17

Mas hoje eu não a alcanço, a distração. Nem qualquer conceito. A folha da árvore que cai e eu somos o mesmo: momento ausente de passado e futuro. Matéria que se basta em seus limites.