Suzana Guimarães Lily, by LRGM

terça-feira, 28 de julho de 2015


Vi com intensa clareza. Era ainda meio de tarde, havia um pouco de Sol e crianças soltavam pipas, e isso levou-me para trás, uns quarenta e tantos anos... E eu o vi, agitado, andando de um lado para outro ou sentado, por horas, lendo e datilografando, cumprindo o seu melhor, por ofício, por cumprir, por ter que ser, também por caridade. Depois, tudo passou. Tudo memória. Aos meus pés, seu nome escrito acima de duas datas. E eu entendi, é isso o que a gente deixa: um nome.

Diários.

Hoje.

sexta-feira, 17 de julho de 2015


O tempo chega e a gente recupera mais rápido, mesmo que venha a cair novamente na mesma pedra...

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Em um cruzamento de ruas, passavam carros, pessoas, motos, borboletas, um certo nervosismo, passava o tempo, passava eu e eu vi, Belo Horizonte tem um dono.

Eu disse que gostava de diários?