Fotografia, Suzana Guimarães

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Entre um ponto e outro, estamos nós.

(arquivo pessoal de Suzana Guimarães)


Quem alcança a liberdade sou eu, quando o universo conspira e eu quero e desvendo os fatos e as pessoas como devem ser, desvendadas. Mas, com certeza, quem entrega a chave é o outro. A chave da prisão onde eu me enfiei por vontade própria.

Faço luto por alguns mortos, muitos, mas na verdade o luto deveria ser pelos vivos.